Resumos das palestras

Veja abaixo o resumo das palestras que serão apresentadas no Sindicato dos Químicos, dia 08/09/2013 – Clique aqui para conhecer a programação completa do auditório.

Heróis involuntários na obra de JRR Tolkien, por Mirane Campos (Toca SP):
Horário: 10:15 – 11:00

Esse trabalho pretende enfocar o relacionamento entre J. R. R. Tolkien  e as histórias de fantasia, maravilhosas, de cavalaria e de fadas. Isso porque nos parece que o escritor inglês retoma, por vezes com reverência e por outras com certo distanciamento, muitos dos procedimentos e características próprias dessas narrativas, realizando, dessa maneira, uma releitura em que se destaca o fato de introduzir uma diferença fundamental: o destaque a outros tipos de herói, que passam a ser seres simples e, à primeira vista, não merecedores de confiança na realização de grandes tarefas que salvariam seus respectivos mundos. Tendo em vista essa questão abordaremos as seguintes obras: O Hobbit (1937), O Senhor dos Anéis (1954-1955) e Mestre Gil de Ham (1949). Nesses textos institui-se uma espécie de “herói relutante”, aquele que só age quando é estritamente necessário, mais por não ter outra saída do que por escolha própria. Nesse sentido são sintomáticas os personagens Mestre Gil de Ham, Bilbo e Frodo, pois todas elas representam, pelo menos a princípio, seres pacatos, apegados a uma vida bastante prosaica que acabam, muitas vezes à revelia, envolvidos em aventuras que requerem deles coragem, esperteza e uma boa dosagem de sorte

 

RPGs e RPGistas na Terra-Média por Eli A. Soldi
Horário: 14:15 – 15:00

Jogar um aventura de RPG na Terra-Média é muito mais do que simplesmente dar nomes em quenya às florestas ou equestres para as tabernas. É necessário que se interprete personagens de caráter moral inquestionável e que não apenas se role dados, mas que se declame poesia e se planeje viagens. Esta palestra tem como propósito mostrar como isso se refletiu na história dos RPGs, desde o “Dungeons & Dragons” até “O Um Anel”, passando jogos feitos por fãs. Mais ainda, será traçado um perfil e uma motivação por trás do estrondoso sucesso de cenários envolvendo magos poderosos, elfos inspirados e dragões malignos… (e, por que não, hobbits famintos e balrogs misteriosos?).

 

Tengwar não é uma língua – Pedro Henrique Bernardinelli
Horário: 16:45 – 17:30

Será apresentado, de forma simples, o que é Tengwar e as línguas, mostrar a evolução das línguas élficas até o Quenya, mostrar erros comuns, como, por exemplo, “I speak tengwar”.

Além disso, irá apresentar os cursos básicos de Quenya (Helge, Thorsten, Ondo) e os projetos do Quenya101.

Encerrando, uma leitura do primeiro parágrafo do Ainulindalë em Quenya.

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